sexta-feira, 26 de novembro de 2010

TRABALHO COM O DADO DO AMOR CENTRO EDUCACIONAL

TRABALHO COM O DADO DO AMOR CENTRO EDUCACIONAL MADRE THEODORA ITU - SP

COMO TUDO COMEÇOU

Um grande número de membros do Movimento dos Focolares e convidados da cidade de Itu reuniram-se no Colégio do Patrocínio, em 05 de abril de 2009, com o objetivo de trocarem idéias sobre o projeto-cidade. Entre tantas sugestões apresentadas uma delas foi a de trabalhar com o Dado do Amor em diferentes instituições sociais e educacionais do município.

Para tanto, buscaram subsídios com as pessoas que já desenvolvem esse trabalho em outros municípios, como Jundiaí, São Roque e Cotia.

Estava presente a professora Lúcia, da rede pública municipal da cidade de Jundiaí que falou sobre o trabalho com o Dado do Amor desenvolvido durante 5 anos em seis escolas municipais. Lá, esse trabalho foi introduzido como uma ação pedagógica inserida no projeto político pedagógico da escola, o qual está fundamentado nos PCNs, tendo como preocupação principal atender os objetivos ligados aos temas transversais como: ética e cidadania, pluralidade e diversidade cultural, trabalho e consumo, meio ambiente e saúde.

Também estava presente a Irmã Geralda, que, de passagem pelo colégio naquele final de semana, sentiu-se atraída pela ideia apresentada. Depois disso, a Irmã Geralda, a Madre Superiora e as demais Irmãs do colégio colocaram-se à disposição do Movimento para o desenvolvimento da dinâmica do Dado do Amor, junto às 250 crianças atendidas pelo Centro de Educação.

No dia 9 de abril de 2010 foi realizada a primeira reunião com a Coordenadora Pedagógica para o estudo e preparação do Programa com a dinâmica do Dado do Amor e que teve início no dia 02 de Outubro do mesmo ano.

RELATÓRIO FINAL DAS ATIVIDADES COM O DADO DO AMOR

COLÉGIO DO PATROCÍNIO

2009 – ITU - SP

Em 02 de outubro de 2009, foram iniciadas, com as crianças do Centro de Educação Madre Teodora, as atividades com o Dado do Amor.

Eram 248 meninos e meninas de idade escolar entre 7 e 12 anos que recebiam reforço escolar, alimentação, educação religiosa, aulas de informática, aulas de música e de educação física, educação ambiental, jogos “mente inovadora”, artesanato e que agora, às sextas-feiras, participavam de vivências com o Dado do Amor.

A obra que é coordenada pela Irmã Maria Carmelita Lupurini Sampaio tem a orientação pedagógica de Isolene B. de Sena Silva e o auxílio docente de jovens monitores contratados pela SIPEB - Sociedade de Instrução Popular e Beneficência.

Como membros do Movimento dos Focolares, éramos 7 voluntárias na parte da manhã e 6 à tarde.

Nossas atividades eram introduzidas sempre com uma música tirada do CD do dado do amor e as atividades com vídeo, teatro, desenhos, confecção de cartõezinhos, eram sempre acompanhadas de um diálogo participativo, de forma que a criança respondia questões relacionadas com algum tema da VIDA. Sendo assim, no primeiro dia contamos a história de vida de Chiara Lubich.

O ponto alto da dinâmica com o Dado do Amor era o sorteio da frase para a semana e nós nos preocupávamos, principalmente, em explicar a dinâmica do dado.

E para finalizar voltávamos a cantar uma música como: “É tão linda a vida”, “Consciência da Humanidade” e outras.

Depois do primeiro contato, combinamos de voltar toda sexta-feira de manhã, das 8h às 10h e à tarde, das 13h30 às 15h, sempre com uma atividade diferente, uma nova música, o relato de experiências sobre a vivência com a frase do Dado do Amor.

Nos cinco dias de trabalho com o Dado do Amor as crianças tiveram a oportunidade de assistir o DVD do filme PEPÊ E JOTABÊ, cuja metodologia utilizada levava-os a refletir sobre os diversos episódios, buscando uma relação com situações vividas e concluindo com o significado de alguma frase do dado do amor.

Por exemplo: segundo episódio “LIMITES” – PEPÊ, como toda criança, está testando seus limites, pulando, se equilibrando, dando saltos e pulos. JOTABÊ chega e pergunta: O que v. está fazendo? “Estou vendo os meus limites”, responde PEPÊ.

Com as crianças: Perguntávamos se elas já haviam testado seus limites e como faziam? E quando ultrapassavam os próprios limites, o que podia acontecer? Daí, fazíamos com que as crianças percebessem que os limites podiam ser entendidos como sendo os dons, as capacidades de cada um e que podiam, então, colocar os próprios dons a serviço do outro. Por ex.: se sei fazer a lição, explico para o meu colega que não sabe. Se já sei ler, leio para o meu colega que ainda não tem essa habilidade. Se meu irmãozinho está chorando e a mamãe está ocupada, ofereço-me para ajudá-la no que puder.

Conclusão: “ser o primeiro a amar”, “ver Jesus no outro”, “amar a todos”.

Nestes diálogos com as crianças era possível perceber o desejo delas em querer entender, participar e éramos surpreendidas com respostas que superavam nossas expectativas.

Eis, aqui, alguns relatos de experiências apresentadas pelas crianças, tanto do período da manhã como da tarde:

Felipe Silva Walbon

Eu estava numa prova em dupla e quando eu levantei para perguntar para a minha professora “se errar uma coisa só repete de ano”, daí a minha amiga falou: “Felipe, não levanta mais senão a gente tira nota baixa”. Daí, eu me lembrei da frase do dado do amor e fiz como a minha amiga disse.

Maria Eduarda

Fazer-se um – eu termino a minha lição e vou ajudar os meus amigos a fazer a lição.

O dado do amor me ajuda muito com as coisas em casa, na escola e na minha vida e outras coisas.

Adrielle (6 anos)

Quando minha mãe briga comigo, eu aprendo que não devo fazer aquilo que é errado. Eu estou melhorando porque me lembrei da frase: Fazer-se um.

Amanda (eu não sei o que é “fazer-se um”)

Meu pai está pintando. Eu não estava fazendo nada e ajudei.

Ana Luiza (8 anos)

Eu estava brincando com minha amiga e o meu primo chegou na minha casa e eu fui com meu primo e lembrei de fazer-se um. Chamei minha amiga para brincar comigo e com meu primo.

Julia de Souza Leite

Eu aprendi que o dado do amor serve para o dia-a-dia; para nós convivermos um com o outro; para não brigar, bater, chutar etc.

Rafaella

Na casa de minha tia eu fiz-me um, pois ao invés de brincar com um, eu brinquei com todos.

Outro dia, na minha escola, eu ajudei quatro colegas que tinham dificuldade a fazerem a lição.

Bianca Aparecida

Fazer-se 1 – Minha vó precisava de ajuda para arrumar a cama e só que eu queria brincar muito, mas eu fiz 1 com ela e então depois eu fui brincar. Depois eu senti um amor muito grande.

Guilherme Amaral Cardoso

Minha amiga Amanda pediu ajuda na lição. Eu ajudei a Amanda e ela saiu bem na lição.

Gabriel Galantini

Um dia eu estava jogando bola com os meus amigos e minha irmã pediu para eu brincar com ela. Daí eu larguei todos os meus amigos para brincar com ela.

Milene (Katellen escreveu o que Milene contava)

Minha mãe brigou com minha vó por causa de eu não ter dado comida para o gato. Minha mãe queria bater em mim e minha vó não deixou porque eu ia levar uma surra que nunca ia esquecer. Depois estavam saindo minha mãe e minha vó. Minha vó esqueceu a chave na porta e eu tive de pular o muro para abrir a porta.

Um depoimento especial

Houve um dia em que perguntamos se alguma das monitoras tinha ouvido algum relato de experiência das crianças.

Prontamente, a monitora Rita contou que um aluno seu disse-lhe, em segredo, que um amiguinho havia convidado-o para tatuar o braço com clips. Quando o menino viu o braço do colega todo riscado de clips, lembrou-se do dado do amor e não aceitou o convite. Depois foi contar para a professora que levou ao conhecimento da coordenadora pedagógica. Esta convocou as famílias com o objetivo de alertá-las sobre o perigo de tal comportamento das crianças. Este fato chamou a atenção não só dos membros da escola como de uma grande parte das famílias.

FESTA DE ENCERRAMENTO – DIA 05 DE DEZEMBRO DE 2009

Por sugestão da coordenadora pedagógica, cada criança, acompanhada de sua família, receberia, já na entrada do colégio, o dado do amor colorido, - confeccionado por uma gráfica e embalado em saco de presente. Os bilhetinhos, com o relato de experiência, estariam dentro da sacola de presente que o colégio iria entregar depois.

Os pais compareceram em massa e as crianças fizeram grandes apresentações. Percebemos que o Colégio tem o privilégio de receber a ajuda de muitos voluntários, os quais foram homenageados com muito carinho e chamados de anjos.

O ponto alto da festa foi o anúncio feito pela Madre responsável, pois o projeto educacional do Centro de Educação Madre Teodora tinha sido escolhido pela UNICEF para fazer parte do projeto Criança Esperança da Fundação Roberto Marinho, entre tantos outros inscritos em todo o território nacional,

Conclusão:

O trabalho com o Dado do Amor é uma experiência que enriquece muito o relacionamento não só com as crianças, mas conosco também, uma vez que é uma oportunidade para viver o amor recíproco, viver o Jesus em meio e o carisma da unidade. O bom resultado do trabalho depende dessa nossa disposição em fazer-se um com o outro, buscando sempre viver segundo a regra de ouro.

Percebemos que somos “as escolhidas” para levar a essas crianças uma palavra de esperança, de fé na vida.

Experimentamos muitas vezes o Jesus Abandonado quando o planejado não dava certo. Ora por falta de recursos, ou quando os recursos eletrônicos não funcionavam; ora porque faltava um professor e tínhamos de juntar as turmas, ora porque as crianças tinham de fazer reforço e ocupavam o espaço reservado para os nossos trabalhos. Eram momentos de reflexão, de se colocar diante de Jesus e perceber o quanto somos limitados. Mas, por outro lado, víamos nas crianças uma capacidade muito grande de entendimento, surpreendendo-nos, muitas vezes, com respostas inusitadas.



quinta-feira, 30 de setembro de 2010

sábado, 25 de setembro de 2010

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Aforismi51

"A cidade é mestra do homem".

(Simonide di Ceo, filósofo grego)

"A cidade não é apenas um conjunto de tijolos, mas aquela estranha coisa que são os relacionamentos entre as pessoas".

(Italo Calvino)

sexta-feira, 23 de julho de 2010

UM LABORATÓRIO DE CONVIVÊNCIA

Muitos jovens se deparam com vários desafios: a globalização, a injustiça social, o encontro, o desencontro entre diferentes culturas e etnias. Para buscar uma resposta a estas exigências, nasceu um projeto: “Glocalcity”. Uma iniciativa que desabrochou há um ano, durante o seminário internacional para jovens, em Castel Gandolfo.

Até o dia 2 de agosto, jovens de vários países encontram-se aqui na Mariápolis Ginetta para uma imersão na realidade sócio-cultural brasileira, para capacitação ao diálogo e ao intercâmbio que gera a cultura da unidade. Está sendo uma experiência muito rica para todos. Haverá momentos de encontro com todos da Mariápolis Ginetta (Vargem Grande Paulista/SP).

terça-feira, 6 de julho de 2010

Projeto Cidade

Projeto Cidade é um “percurso” que abre um amplo diálogo dentro da sociedade civil e entre a sociedade civil e as instituições sociais, culturais, políticas, através das mais variadas iniciativas. O objetivo é fazer com que cada pessoa redescubra a própria e insubstituível contribuição para a vida da comunidade e compreender como se poderiam responder juntos às necessidades dos habitantes, contribuindo para tornar a cidade mais vivível e mais bonita, envolvendo os componentes mais diversos da sociedade, abrindo-a ao mundo e dando-lhe o espírito da fraternidade universal.


Projeto Cidade nasce em todos os lugares onde as pessoas “arregaçam as mangas” num desafio de amor, a serviço da própria cidade para fazer dela um lugar de vida fraterna. É um projeto posto em ação, em primeiro lugar, pelas pessoas da comunidade do Movimento dos Focolares, fundado por Chiara Lubich. Projeto Cidade, mais do que um evento, é um work in progress: é um trabalho desdobrado no tempo, feito de iniciativas, de conquistas, de ideias e criatividade e, na especificidade de cada comunidade, um desafio a serviço da fraternidade universal, partindo das pequenas e grandes questões que enfrentamos todos os dias.

terça-feira, 29 de junho de 2010

Repensar a cidade

George-Simmel

É bom apenas lembrar que as metrópolis são os verdadeiros palcos desta cultura que ultrapassa e domina qualquer elemento pessoal. Aqui, nas construções e nos lugares de lazer, nos milagres e no conforto de uma técnica que anula as distâncias, nas formações da vida comunitária e nas instituições visíveis do Estado, manifesta-se uma plenitude do espírito cristalizado e se apresenta de forma impessoal tão ultrapassado que – por assim dizer – a personalidade não consegue reger o confronto. De um lado a vida é extremanente facilitada, porque são oferecidas de todas as partes estímulos, interesses, modos de preencher o tempo e a consciência, que a levam quase numa correnteza onde os movimentos autónomos da natação não parecem ser mais necessários. Por outro lado, a vida é constituída sempre mais destes conteudos e representações impessoais, que tendem a eliminar as colorações e as incompatibilidades mais intimamente individuais; assim o elemento mais pessoal, para se salvar, deve dar prova de uma singularidade e uma particularidade extrema; de se exagerar para se fazer notar, também por ele mesmo".

(Georg Simmel, filósofo e sociólogo)

robert-park

[…] "A cidade é algo mais do que um acervo de cada homem e de serviços sociais, como estradas, edifícios, iluminação, linhas de ônibus e assim por diante; ela é também algo mais do que uma simples constelação de instituições e de instrumentos administrativos, como tribunais, hospitais, escolas, policias e serviços de vários tipos. A cidade é mais um estado de alma, um corpo de costumes e tradições, de atitudes e de sentimentos organizados entre estes costumes e transmitidos através desta tradição".

(Robert Park, sociólogo)


sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Projeto Jardim Margarida












Local: Vargem Grande Paulista – SP, bairro vizinho à Mariápolis Ginetta, onde o Movimento dos Focolares mantém uma obra social (CIAPS).
Integrantes do projeto: Membros do Movimento dos Focolares e contratados.
Atuação: Projeto social para ocupação e promoção de crianças, adolescentes e jovens do bairro.
Atividades desenvolvidas:
Reforço escolar
Reforço alimentar
Arte educando, coral, violão, teatro, web designer, vídeo e fotografia
Criança cidadã, com formação ética e religiosa
Informática
Esportes e Educação Física
Parceria para desenvolvimento das atividades no bairro (além das suas própias instalações):
Prefeitura Municipal de Vargem Grande Paulista (CMDCA), Ponto de Cultura e Projeto Vamos Unir a Comunidade.

Os desafios que constantemente são superados e os frutos que despontam, confirmam a dupla qualidade dos professores e monitores: capacitação profissional e empenho no amar-se reciprocamente para garantir a presença de Jesus no meio. (PJM- Projeto Jardim Margarida e também a Presença de Jesus no meio)

2° Torneio de Futsal- Nov/2009

Ocasião para ampliar às autoridades e adolescentes dos demais bairros da cidade de Vargem Grande Paulista, o conhecimento e contato com o Projeto Jardim Margarida. Estiveram presentes o Prefeito, a 1ª dama, o Secretário de Educação, a médica responsável pelo Posto de Saúde do Jd. Margarida, estudantes da Faculdade de Educação Física de Cotia (FAAC) (juízes e mesários das partidas) e muitos outros convidados, além de umas 13 equipes de futsal de meninos e meninas adolescentes de quase todos os bairros da cidade de Vargem Grande Paulista.

Na abertura do dia foi apresentada a proposta do Sportmeet, que no mundo do esporte, é a expressão daquela renovação espiritual e social que constitui a base da experiência do Movimento dos Focolares. O projeto Sportmeet se fundamenta na difusão de uma “cultura da partilha” sustentada pela “regra de ouro”, presente em todas as culturas: “Faça ao outro o que desejaria que fosse feito a você”. Participam do Sportmeet uma rede mundial de esportistas, agentes e profissionais do esporte interessados em promover a paz e a fraternidade universal.

Para que o campeonato fosse uma oportunidade de vivenciar gestos de fraternidade, foi apresentado e aceito por todos as seis regras do jogo do Sports4peace, impressas em dados infláveis:

Jogar limpo

Força - De o melhor de si

Agüentar firme

Fique ligado

Comemorar

Faça a diferença

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Fraternidade, segurança e Fórum Municipal de Políticas Públicas, da cidade de Salto.

Fraternidade e segurança

A diocese de Jundiaí propôs que nas suas cidades, os membros das Pastorais, dos Movimentos e leigos, organizassem Fóruns para mobilizar a comunidade católica a discutir questões ligadas à violência urbana, conforme propostas da Campanha da Fraternidade – 2009: “Fraternidade e Segurança” e “A paz é fruto da Justiça”.

Assim, em 28/06/2009 realizou-se em Salto-SP, o 1º Fórum Paroquial, sob a liderança da equipe da CF da Paróquia de Cristo Rei e do vigário episcopal Pe. João Benedito. Estiveram presentes 51 pessoas entre convidados especiais e membros de

Pastorais e Movimentos. Um terço desses participantes, portanto o maior grupo, era de membros do Movimento dos Focolares.

Durante a manhã houve:

1) Uma iluminada palestra do Pe. João Benedito sobre a importância da Segurança Publica, mas não a segurança onde todos se armam, com policiais nas ruas, cercas elétricas, mas sim a verdadeira segurança, onde as pessoas têm o direito de

serem livres e não escravas do medo e da insegurança.

2) Um momento de diálogo e reflexão pessoal.

A tarde, após o almoço, houve:

1) Apresentação do tema: “Uma cidade não basta”, de autoria de Chiara Lubich, feito pela Teodora Pedroso e Milta Alves Ribeiro Maron, ambas do Movimento dos Focolares.

2) Trabalho em grupo para detectar quais são as situações de violência que se observam na cidade, suas causas e o que fazer para superá-las.

Como resultado final surgiu as conclusões abaixo para orientar e estimular não só a comunidade católica a responder com fatos concretos, mas toda a cidade de Salto. Os resultados desse 1º Fórum foram então apresentados pela equipe organizadora, ao Sr. Prefeito Geraldo Garcia e aos Srs. Vereadores na Câmara Municipal, para estimular o Município a realizar um amplo Fórum Municipal sobre o mesmo tema.



No dia 30/10/2009, no Centro de Educação e Cultura de Salto, realizou-se o I Fórum Municipal de Políticas Públicas, com a participação de 200 representantes dos diferentes segmentos da sociedade civil organizada, igrejas e movimentos.

Mais uma vez foi expressiva a participação dos membros do Movimento dos Focolares de Salto nas mesas de discussão: Educação e Esportes, Patrimônio e Meio Ambiente, Cultura e Saúde, Segurança e Família, Economia Criativa e Geração de Trabalho e Renda.

Das mesas de discussão resultaram algumas propostas, aprovadas por todos em Plenário e registrada num “PowerPoint”. (Os interessados poderão pedir uma cópia para o email: mauroalegre@msn.com).

O Poder Público, presente na pessoa do Prefeito, do Vice – Prefeito e de vários vereadores, comprometeram-se a colocá-las em prática, por ordem de prioridade, na medida do possível. Com o intuito de acompanhar de perto a implementação destas propostas, elegeu-se uma comissão, com representantes de cada uma das mesas de discussão, que comporão o Fórum Permanente de Políticas Públicas da cidade de Salto. Para esta Comissão, dois membros do Movimento dos Focolares foram eleitos: Milta e Luiz Carlos.

Após o Fórum, já aconteceram duas Reuniões de acompanhamento e está previsto a realização do II Fórum Municipal de Políticas Públicas, até o final do primeiro semestre de 2010.

O que mais nos impressionou até agora é o fato de que a unidade entre nós fez a diferença e favoreceu a construção de relacionamentos e unidade não só entre os membros de Movimentos e Pastorais da Igreja, bem como da sociedade civil.

Iniciamos um processo que continua e no qual temos a responsabilidade de permanecer ativos para darmos testemunho do amor de Deus e estimular ações e políticas públicas, especialmente para os mais necessitados.

Milta Alves Ribeiro Maron Comissão da Comunidade de Salto – Movimento dos Focolares